A morte de 6 milhões de Judeus foi uma manipulação?



Seis Milhões Realmente
Morreram?
A Verdade Afinal Exposta
do original em inglês de Richard Harwood



3 Milhões de Judeus na Europa
Judeus Russos Evacuados
"SEIS MILHÕES" Inverídicos Segundo a Neutra Suíça
Impossível Número de Nascimentos
Os Seis Milhões: Provas Documentárias
Exagerações Fantásticas
Falta de Provas
A Conferência de Wannsee
Palavras Deformadas e Suposições sem Base


 MILHÕES DE JUDEUS NA EUROPAA CONFERÊNCIA DE WANNSEE

POPULAÇÃO E EMIGRAÇÃO

Estatísticas relativas à população judia não são conhecidas em detalhes precisos, as aproximações para vários países diferindo grandemente, e é também desconhecido quantos judeus foram deportados e internados em algum tempo entre 1939 e 1945. Em geral, entretanto, as estatísticas existentes, especialmente aquelas referentes à emigração, são suficientes para demonstrar que nem uma fração dos seis milhões de judeus poderia ter sido exterminada.
Em primeiro lugar, o número não pode nem remotamente se basear no exame dos dados sobre a população judia européia. De acordo com a Chamber Encyclopaedia o número total de judeus vivendo na Europa antes da guerra era de 6.500.000. Claramente, isto significaria que quase todo o número teria sido exterminado. Mas a Baseler Nachrichten, uma publicação suíça neutra empregando dados estatísticos judaicos existentes, diz que, entre 1933 e 1945, 1.500.000 judeus emigraram para a Grã-Bretanha, Suécia, Espanha, Portugal, Austrália, China, Índia, Palestina e os Estados Unidos. Isto é confirmado pelo jornalista judaico Bruno Blau, que cita o mesmo número o jornal judaico nova-iorquinoAufbau, a 13 de agosto de 1948. Deste imigrantes, aproximadamente 400.000 vieram da Alemanha antes de setembro de 1939. Isto é confirmado pelo Congresso Mundial Judaico em sua publicaçãoUnity in Dispersion (p. 377), que afirma que: "A maioria dos judeus alemães teve sucesso em deixar a Alemanha antes do começo da guerra". Em adição aos judeus alemães, 220.000 do total de 280.000 judeus austríacos emigraram até setembro de 1939, enquanto que de março de 1939 em diante o Instituto de Emigração Judaica em Praga havia assegurado a emigração de 260.000 judeus da antiga Tchecoslováquia. No total, apenas 360.000 judeus permaneciam na Alemanha, Áustria e Tchecoslováquia após setembro de 1939. Da Polônia, uma estimativa de 500.000 emigraram antes do início da guerra. Estes número indicam que o número de emigrantes judeus de outros países europeus (França, Holanda, Itália, os países da Europa Oriental, etc.) era de aproximadamente 120.000.
Este êxodo de judeus antes e durante as hostilidades, portanto, reduz o número de judeus na Europa a aproximadamente 5.000.000. Em adição a esses emigrantes, devemos também incluir aqueles que fugiram para a URSS depois de 1939, e que foram migrantes da Polônia. Mas, tirando a Polônia, Reitlinger admite que 300.000 outros judeus europeus escaparam ao território soviético entre 1939 e 1941. Isto traz o total de emigrantes à Rússia Soviética a mais ou menos 1.550.000. Na revista Colliers, dia 9 de junho de 1939, Freiling Foster, escrevendo sobre os judeus na Rússia, explicou que "2.200.000 emigraram para a URSS desde 1939 para escapar aos nazistas", mas nossa estimativa mais baixa é provavelmente mais acurada.
A imigração judaica para a URSS, portanto, reduz o número de judeus na esfera de influência alemã para mais ou menos 3,5 milhões, aproximadamente 3.450.000. Destes devem ser deduzidos aqueles judeus vivendo em países neutros que escaparam ás conseqüências da guerra. De acordo com o 1942 World Almanac (p. 594), o número de judeus vivendo em Gibraltar, Grã-Bretanha, Espanha, Portugal, Suécia, Suíça, Irlanda e Turquia era 413.128.


 

MILHÕES DE JUDEUS NA EUROPA

Um número, em conseqüência, de aproximadamente 3 milhões de judeus na Europa ocupada é tão acurado quanto as estatísticas sobre emigração permitem. Aproximadamente o mesmo número, entretanto, pode ser deduzido de outro modo se examinarmos estatísticas das populações judaicas restantes nos países ocupados pelo Reich. Mais da metade dos judeus que migraram para a URSS a partir de 1939 vieram da Polônia. É freqüentemente afirmado que a guerra com a Polônia adicionou algo como 3 milhões de judeus à esfera de influência alemã e que quase toda esta população judaica foi "exterminada". Este é um grande erro. O censo da população judaica de 1931 na Polônia coloca o número de judeus em 2.732.600 (Reitlinger, Die Endlösung, p. 36). Reitlinger diz que pelo menos 1.170.000 destes estavam na zona de ocupação russa no outono de 1939, e que mais ou menos 1 milhão dos quais foram evacuados para os Urais e Sibéria do Sul depois da invasão alemã em junho de 1941 (ibid. p. 50) Conforme o descrito acima, um número estimado de 500.000 judeus emigraram da Polônia antes da guerra. Além disso, o jornalista Raymond Arthur Davis, que passou a guerra na União Soviética, observou que aproximadamente 250.000 já tinha fugido da Polônia ocupada pela Alemanha para a Rússia entrre 1939 e 1941 e que podiam ser encontrados em qualquer província soviética (Odyssey Through Hell, N.Y., 1946). Subtraindo tais números do total de 2.732.600, e permitindo o crescimento normal da população, não mais que 1.100.000 judeus poloneses poderiam ter ficado sob o controle alemão ao final de 1939 (Gutachten des Institus für Zeitgeschichte, Munich, 1956, p. 80).
A este número poderíamos adicionar os 360.000 judeus que ficaram na Alemanha, Áustria e Tchecoslováquia (Boêmia-Morávia e Eslováquia) depois da grande emigração destes países antecedendo a guerra descrita acima. Dos 320.000 judeus franceses, o Promotor Público representando aquela parte das acusações envolvendo a França nos Julgamentos de Nürnberg, afirmou que 120.000 foram deportados. Reitlinger estima apenas 50.000. Portanto o número total de judeus debaixo da ordem nazista fica abaixo de 2 milhões. Deportações dos países escandinavos foram poucas, e da Bulgária até mesmo nenhuma. Quando as populações judaicas da Holanda, (140.000), Bélgica (40.000), Itália (50.000), Iugoslávia (55.000), Hungria (380.000) e Romênia (725.000) são incluídas, o número não excede por muito 3 milhões. Este excesso é devido ao fato de que os números acima são estimativas do pré-guerra não afetadas pela emigração, que destes países foi de mais ou menos 120.000 (ver acima). Esta examinação cruzada, portanto, confirma uma estimativa de 3 milhões de judeus europeus debaixo da ocupação alemã.


 

JUDEUS RUSSOS EVACUADOS

Os números precisos concernentes aos judeus russos são desconhecidos, e portanto foram vítimas de extremos exageros. O estatístico judeu Jacob Leszczynski afirma que em 1939 haviam 2.100.000 judeus na Rússia posteriormente ocupada pelos alemães, isto é, Rússia ocidental. Em adição, algo como 260.000 viviam nos Estados bálticos da Lituânia, Letônia e Estônia. De acordo com Louis Levine, Presidente do Conselho Judaico-Americano para o Socorro à Rússia (American Jewish Council for Russian Relief) que fez um tour no pós-guerra à URSS e escreveu um relatório sobre a situação dos judeus lá, a grande maioria destes números foram evacuados ao leste depois que as tropas alemães lançaram sua ofensiva. Em Chicago, a 30 de outubro de 1946, ele declarou que: "No começo da guerra, os judeus estavam entre os primeiros evacuados das regiões ameaçadas pelos invasores hitleristas, e mandados ao seguro leste dos Urais. Dois milhões de judeus foram salvos assim". Este grande número é confirmado pelo jornalista judeu David Bergelson, que escreveu no jornal moscovita em íidicheAinikeit, a 5 de dezembro de 1942, que "graças à evacuação, a maioria (80%) dos judeus na Ucrânia, Rússia Branca, Lituânia e Letônia de antes da invasão alemã foram salvos". Reitlinger concorda com a autoridade judaica Joseph Schechtmann, que admite que gigantescos números foram evacuados, apesar de estimar que um número levemente maior de judeus russos e bálticos deixados sob a ocupação alemã, entre 650.000 e 850.000. (Reitlinger, The Final Solution, p. 499). A respeito destes judeus soviéticos deixados em território ocupado, será provado posteriormente que não mais que 100.000 pessoas foram mortas pelos Grupos de Ação Alemães (German Action Groups, osEinsatzgruppen) como partisans e comissários bolcheviques, não todos eles judeus. Em contraste, os partisans mesmos afirmam terem matado cinco vezes este número de soldados alemães.


 

"SEIS MILHÕES" INVERÍDICOS SEGUNDO A NEUTRA SUÍÇA

Está claro, portanto, que os alemães não chegaram a ter controle ou exterminar algo como seis milhões de judeus. Excluindo a União Soviética, o número de judeus na Europa ocupada pelos nazistas era escarçamente maior que três milhões, e de maneira nenhuma todos foram internados. Para se chegar perto do extermínio mesmo da metade dos seis milhões teria significado a liquidação de todo o judeu vivente na Europa. A ainda é conhecido que grandes números de judeus estavam vivos na Europa após 1945. Paul Friedmann em Their Brotherís Keepers (N.Y., 1957, p. 13), afirma que "ao menos 1 milhão de judeus sobreviveram aos horrores do inferno nazista", enquanto o número oficial do Jewish Joint Distribution Committee é de 1.559.600. Então, mesmo se algum aceita a última estimativa, o número de mortes judias possíveis durante a guerra não poderia ter excedido um limite de 1,5 milhão. Precisamente esta conclusão foi alcançada pelo respeitável jornal Baseler Nachrichten da neutra Suíça. Em um artigo intitulado "Wie hoch ist die Zahl der jüdischen Opfer?" (Quão alto é o número de vítimas judias?, 13 de junho de 1946), explica que somente na base dos números de população e emigração descritos acima, um máximo de apenas 1,5 milhões de judeus podiam ser contados como perdas. Depois, entretanto, será demonstrado conclusivamente que o número é de fato bem menor, por que oBaseler Nachrichten aceitou o número do Joint Distribution Committee de 1.559.600 sobreviventes após a guerra, mas nós demonstraremos que o número de pedidos de compensação por sobreviventes judeus mais do que dobra o número. Esta informação não estava disponível à Suíça em 1946.


 

IMPOSSÍVEL NÚMERO DE NASCIMENTOS

Prova indisputável é também fornecida pelas estatísticas de população judaica do pós-guerra. O World Almanac de 1938 dá o número de judeus no mundo de 15.588.259. Mas, após a guerra, o The New York Times de 22 de fevereiro de 1948 dá o número de judeus no mundo com um mínimo de 15.600.000 e um máximo de 18.700.000. Obviamente, tais números fazem impossível o número de perdas judaicas durante a guerra ser contado em qualquer número a não ser milhares. 15,5 milhões em 1938 menos os alegados seis milhões sobram nove milhões; os números do New York Times significariam, portanto, que os judeus do mundo produziram nove milhões de nascimentos, quase dobrando seus números, em 10 anos. Isto é obviamente ridículo.
Parece, portanto, que a grande maioria dos "seis milhões" foram de fato emigrantes, - emigrantes para países europeus, para a URSS e para os Estados Unidos antes, durante e após a guerra. E emigrantes também, em vastos números, à Palestina durante e especialmente no final da guerra. Depois de 1945, barcos destes sobreviventes judeus entraram na Palestina ilegalmente da Europa, causando considerável embaraço ao governo britânico na época; de fato, os números foram tão grandes que oH.M. Stationery Office, em sua publicação nº 190, (5 de novembro de 1946), os descreveu como "quase chegando a um segundo êxodo". Foram estes emigrantes de todas as partes do mundo que dilataram a população judaica para entre 15 e 18 milhões por 1948, e provavelmente a maior parte emigrou para os Estados Unidos em violações das leis que impunham quotas. A 16 de agosto de 1963, David Ben Gurion, Presidente de Israel, que apesar do número oficial da população judaica norte-americana ser de 5.600.000, "o número total não seria estimado muito alto como 9.000.000", (Deutsche Wochenzeitung, 23 de novembro de 1963). A razão para este alto número é enfatizada por Albert Maisal em Our Newest Americans, "Nossos Americanos Mais Recentes", (Readerís Digest, Janeiro de 1957), porque ele afirma que "logo após a II Guerra, por decreto presidencial, 90% de toda a quota de vistos para a Europa Central e Oriental eram dadas aos desarraigados".
Reimpressa nesta página está apenas um excerto das centenas que regularmente aparecem nas colunas do obituário do Aufbau, um periódico judaico-americano publicado em Nova York (16 de junho de 1972). Mostra que os imigrantes aos EUA trocavam seus nomes; seus nomes europeus antigos apareciam entre parênteses. Por exemplo: Arthur Kingsley (antigamente Dr. Koenigsberger de Frankfurt). Não poderia ser que algumas ou mesmo todas estas pessoas cujos nomes foram abandonados estarem incluídas nos "Seis Milhões" da Europa?



 

OS SEIS MILHÕES: PROVAS DOCUMENTÁRIAS

Visto de fora pareceria certo que o número de seis milhões de judeus assassinados não é nada mais que um vago meio-termo entre diversas estimativas sem base; não há uma folha de prova em documentos disso que seja confiável. Ocasionalmente, escritores diminuem o número para dar uma impressão de autenticidade. Lord Russell de Liverpool, por exemplo, em seu The Scourge of the Swastika (Londres, 1954), afirma que "não menos de cinco milhões" de judeus morreram em campos de concentração alemães, se colocando no meio daqueles que estimam 6 milhões e aqueles que preferem 4 milhões. Mas, ele admitiu, "o número real jamais será conhecido". Se é assim, é difícil de saber como ele afirmou "não menos de cinco milhões". O Joint Distribution Commitee favorece 5.012.000, mas o "expert" judeu Reitlinger sugere um novo número de 4.192.200 "judeus desaparecidos", dos quais ele estima que um terço morreu de causas naturais. Isto reduziria o número de "deliberadamente assassinados" para 2.796.000. Entretanto, Dr. M. Perlzweig, o delegado nova-iorquino do Congresso Mundial Judaico, em uma conferência à imprensa em Genebra em 1948, afirmou: "O preço da queda do nacional-socialismo e do fascismo é o fato de que sete milhões de judeus perderam suas vidas graças ao cruel anti-semitismo". Na Imprensa e por aí, o número é freqüentemente elevado a oito ou até mesmo nove milhões. Conforme demonstrado no último capítulo, nenhum destes números é ao menos remotamente plausível, de fato, eles são ridículos.


 

EXAGERAÇÕES FANTÁSTICAS

Até onde é conhecido, a primeira acusação contra os alemães de extermínio em massa de judeus na Europa em guerra foi feita pelo judeu polonês Rafael Lemkin em seu livro Axis Rule in Occupied Europe, "O Domínio do Eixo na Europa Ocupada", publicado em Nova York em 1943. Talvez por coincidência, Lemkin depois esboçou a Convenção de Genocídio da ONU, que procura pôr o "racialismo" fora da lei. Seu livro afirmava que os nazistas destruíram milhões de judeus, talvez tantos quanto seis milhões. Isto, em 1943, teria sido verdadeiramente notável, desde que a ação alegada começou apenas no verão de 1942. Nesta taxa, toda a população judaica do mundo já teria sido exterminada em 1945.
Depois da guerra, estimativas propagandísticas foram a alturas infinitamente mais fantásticas. Kurt Gerstein, um anti-nazista que afirmou ter se infiltrado nas S.S., contou ao interrogador francês Raymond Cartier que ele tinha conhecimento de que não menos de 40 milhões de internos em campos de concentração tinham sido gaseados. Em seu primeiro memorando assinado em 26 de abril de 1945, ele reduziu o número a 25 milhões, mas isso ainda era tão bizarro para a Inteligência francesa que em seu segundo memorando, assinado em Rottweil em 4 de maio de 1945, ele trouxe o número mais próximo aos seis milhões preferidos nos Julgamentos de Nürmberg. A irmã de Gerstein era congenitamente insana e morreu por eutanásia, o que pode sugerir que poderia haver instabilidade mental no próprio Gerstein. Ele tinha, de fato, sido condenado em 1936 de mandar correspondências excêntricas pelos correios. Depois de suas duas "confissões", ele se enforcou na prisão de Cherche-Midi em Paris.
Gerstein alegou que durante a guerra ele passou informações concernentes ao assassinato de judeus ao governo sueco através de um barão alemão mas por uma razão inexplicável seu relatório foi "arquivado e esquecido". Ele também afirma que em agosto de 1942 informou ao núncio papal em Berlim sobre todo o "programa de extermínio", mas o reverendo meramente lhe disse "Saia daqui". As afirmações de Gerstein estão cheias de citações de que testemunhou as mais gigantescas execuções em massa (12 mil num único dia em Belzec), enquanto o segundo memorando descreve uma visita de Hitler a um campo de concentração na Polônia, a 6 de junho de 1942,que conhecidamente não aconteceu.
As exagerações fantásticas de Gerstein fizeram pouco além de desacreditar toda a noção de extermínio em massa. De fato, o bispo evangélico Wilhelm Dibelius de Berlim denunciou seu memorando como "Inconfiável" (H. Rothfels, Ausgenzeugbericht zu den Massenvergasung, emVierteljahrshefte für Zeitgeschichte, Abril de 1954). É um fato incrível, entretanto, que apesar dessa denúncia, o governo alemão em 1955 ordenou a edição do segundo memorando Gerstein para distribuição nas escolas alemãs (Dokumentation zur Massenvergasung, Bonn, 1955). Lá, eles afirmavam que Dibelius deu sua confidência especial quanto a Gerstein e que o memorando era "válido além de todas as dúvidas". Este é um exemplo do modo no qual a acusação sem base de genocídio por parte dos nazistas é perpetuada na Alemanha, e dirigida especialmente à juventude.
À estória de que seis milhões de judeus foram exterminados durante a guerra foi dada autoridade final pelos Julgamentos de Nürnberg pelo testemunho do Dr. Wilhelm Hoettl. Ele foi assistente de Eichmann, mas era de fato uma estranha pessoa a serviço da Inteligência americana que havia escrito diversos livros sob o pseudônimo de Walter Hagen. Hoettl também trabalhou para a Espionagem soviética, colaborando com dois emigrantes judeus de Viena, Perger e Verber, que agiam como oficiais americanos durante os interrogatórios preliminares dos Julgamentos de Nürnberg. É notável que no testemunho desta pessoa muito dúbia Hoettl se considerou a única "prova" em relação ao assassinato de seis milhões de judeus. Em seu depoimento a 26 de novembro de 1945 ele afirmou, não que ele sabia mas que Eichmann "havia lhe dito" em agosto de 1944 em Budapeste que um total de seis milhões de judeus foram exterminados. Desnecessário dizer, Eichmann nunca corroborou esta afirmação em seu julgamento. Hoettl estava trabalhando como espião americano durante todo o período final da guerra, e é portanto de fato muito estranho que ele nunca deu a menor pista aos americanos de uma política para matar os judeus, apesar de trabalhar diretamente sob Heydrich e Eichmann.


 

FALTA DE PROVAS

Deve ser enfatizado desde já que não há nenhum documento existente que prova que os alemães tinham a intenção, ou realizaram, o deliberado assassinato de judeus. No livro de Poliakov e Wulf, Das Dritte Reich und die Juden: Dokumente und Aufsätze (Berlim, 1955), o máximo que eles conseguiram reunir foram declaração extraídas após a guerra de pessoas como Hoettl, Ohlendorf e Wisliceny, este último sob tortura numa prisão soviética. Na falta de qualquer prova, Poliakov é forçado a escrever: "As três ou quatro pessoas mais envolvidas no esboço do plano para o extermínio total estão mortas, e nenhum documento sobreviveu". Isto parece muito conveniente. Obviamente, tanto o plano quanto as "três ou quatro" pessoas não são nada mais que nebulosas suposições do escritor, e são inteiramente improváveis. Os documentos que sobreviveram, é claro, não fazem menção alguma de extermínio, então escritores como Poliakov e Reitlinger fazem a conveniente suposição de que tais ordens eram geralmente "verbais". Apesar da inexistência de qualquer prova, ele supõem que um plano para matar os judeus deve ter se originado em 1941, coincidente com o ataque à Rússia. A fase um do plano supostamente começou em março de 1942, com a deportação e concentração dos judeus europeus nos campos orientais do Governo-Geral da Polônia, como o gigantesco complexo industrial de Auschwitz perto de Cracóvia. A suposição fantástica e completamente sem bases implícita é de que o transporte ao Leste, supervisionado por Eichmann, na verdade significava extermínio logo na chegada.
De acordo com Manvell e Frankl (Heinrich Himmler, Londres, 1965), a política de genocídio "parece ter sido decidida" após "discussões secretas" entre Hitler e Himmler (p.118), apesar de falharem em provar isso. Reitlinger e Poliakov supõem de acordo com as mesmas linhas "verbais", adicionando que a ninguém mais era permitido estar presente nestas discussões, e que nenhuma prova foi mantida deles. William Shirer, em seu geralmente selvagem e irresponsável livro, Ascenção e Queda do Terceiro Reich, é similarmente mudo na questão das provas documentárias. Ele afirma fracamente que a suposta ordem de Hitler para o assassinato de judeus "aparentemente jamais foi passada ao papel - pelo menos nenhuma cópia dela foi achada até agora. Foi provavelmente dada verbalmente a Himmler, Goering e Heydrich, que a passaram adiante..". (p. 1148).
Um típico exemplo de "prova" citada para apoiar a lenda do extermínio é dada por Manvell e Frankl. Eles citam um memorando de 31 de julho de 1941, mandado por Goering a Heydrich, que liderava o Escritório Central da Segurança do Reich (Reich Security Head Office), e era adjunto de Himmler. Significantemente, o memorando começa: "Suplementando a ordem que lhe dei a 24 de janeiro de 1939, para resolver o problema judaico pelos meios de emigração e evacuação do melhor modo possível de acordo com as condições presentes..." A ordem suplementar dada pelo memorando é a "solução total (Gesamtlösung) da questão judaica na área de influência alemã na Europa", o que os autores admitem significa concentração no Leste, e pede preparações para "os problemas organizacionais, financeiros e materiais" envolvidos. O memorando então pede um futuro plano para a "desejada solução final" (Endlösung), que claramente se refere à ideal e idéia de emigração e evacuação mencionada no início da diretiva. Nenhuma menção em local algum sobre a morte de pessoas, mas Manvell e Frankl nos asseguram que era disso que o memorando tratava. De novo, é claro, a "natureza verdadeira" da solução final como distinta da solução total "foi dada por Goering a Heydrich verbalmente" (ibid., p. 118). A conveniência dessas ordens verbais indo e voltanto é óbvia.


 

A CONFERÊNCIA DE WANNSEE

Os detalhes finais do plano para exterminar os judeus foram supostamente feitos numa conferência em Gross Wannsee em Berlim a 20 de janeiro de 1942, presidida por Heydrich (Poliakov, Das Dritte Reich und die Juden, p. 120; Reitlinger, The Final Solution, p. 95). Oficiais de todos os ministérios alemães estavam presentes, e Müller e Eichmann representavam a Escritório Geral da Gestapo. Reitlinger, Manvell e Frankl consideram as minutas desta conferência seu trunfo para provar a existência de um plano de genocídio, mas a verdade é que um tal plano jamais é mencionado, e mais, eles admitem isso. Manvell e Frankl tentam explicar isto dizendo que "as minutas estão envoltas em mistério em forma de burocracia , mas que permite ver o real significado das palavras e terminologias que eles utilizaram" (The Incomparable Crime, Londres, 1967, p. 46) o que realmente significa que eles pretendiam interpretá-las a seu próprio modo. O que Heydrich na realidade disse, como consta no memorando citado acima, que ele haviam sido ordenado por Goering para arranjar uma solução para o problema judaico, afirma que a guerra havia tornado o Projeto Madagascar impraticável e continua: "O programa de emigração foi trocado agora pela evacuação de judeus para o Leste como a única solução possível, de acordo com a autorização anterior do Führer". Ali, ele explica, seu trabalho deveria ser utilizado. Tudo isto é suposto que seja profundamente sinistro, e cheio com o significado escondido de que os judeus iriam ser exterminados, apesar do professor Paul Rassinier, um comunista francês e membro da Resistência preso em Buchenwald que fez um trabalho extraordinário na refutação do Mito dos Seis Milhões, explica que significa exatamente o que diz, isto é, a concentração dos judeus para trabalhar em imensos ghettos no Governo-Central da Polônia. "Lá eles deveriam esperar até o final da guerra, para a reabertura das discussões internacionais que decidiriam seu futuro. Tal foi decisão alcançada na conferência interministerial de Wannsee-Berlim, ..." (Rassinier, Le Veritable Proces Eichmann, p. 20). Manvell e Frankl, entretanto, se mantém impávidos frente à total falta de provas ao extermínio. Na conferência de Wannsee, eles escrevem, "referências diretas ao extermínio foram evitadas, e Heydrich preferiu o termo Arbeitseinsatz im Osten (designação para o trabalho no Leste)" (Heinrich Himmler, p. 209). O porquê que nós não devemos aceitar que designação para o trabalho no Leste significa designação para o trabalho no Leste não é explicado.
De acordo com Reitlinger e outros, inumeráveis diretivas especificando o extermínio foram passadas entre Himmler, Heydrich, Eichmann e o comandante de Auschwitz Hoess nos meses subseqüentes de 1942, mas, claro, "nenhuma sobreviveu".

PALAVRAS DEFORMADAS E SUPOSIÇÕES SEM BASE

A completa falta de provas em documentos para dar apoio à existência de um plano de extermínio levou ao hábito de "reinterpretar" os documentos que sobreviveram. Por exemplo, é dito que um documento sobre deportação não é na realidade sobre deportação, mas um "outro modo" de se falar em extermínio. Manvell e Frankl afirmam que vários termos foram utilizados para camuflar o genocídio. Eles incluem Aussiedlung (descolonização) e Abbeförderung (remoção) (ibid., p. 265). Assim, como já vimos, as palavras não mais tem o seu significado original se ele for muito inconveniente. Ele tipo de coisa é levado aos extremos mais incríveis, como a interpretação da diretiva de Heydrich para designação para o trabalho no Leste. Outro exemplo é a referência à ordem de Himmler de mandar prisioneiros ao Leste, "isto é, matá-los" (Manvell e Frankl, ibid., p. 251). Reitlinger, igualmente sem qualquer prova, faz exatamente o mesmo, declarando que das palavras "despistadoras" da Conferência de Wannsee é "óbvio" que "a morte lenta de toda uma raça era o objetivo" (ibid., p. 98).
Uma revisão da situação dos documentos é importante, porque revela o edíficio de suposições e afirmações sem base no qual a lenda do extermínio é fundada. Os alemães tinham uma propensão extraordinária para colocar tudo no papel nos mínimos detalhes, e apesar disso entre os milhares de documentos capturados da S.D. e da Gestapo, os arquivos do Escritório Central da Segurança do Reich (Reich Security Head Office), os arquivos do quartel-general de Himmler e as próprias diretivas de guerra de Hitler não há uma única ordem para o extermínio de judeus ou de quem quer que fosse. Como será visto depois, isto foi admitido pelo Centro Mundial de Documentação Judaica Contemporânea em Tel-Aviv. Tentativas de achar "alusões veladas" a genocídio em discursos como o de Himmler aos seus Obergruppenführers S.S. em Posen em 1943 são similarmente sem esperança. As declarações de Nürnberg extraídas após a guerra, invariavalmente diante de condições duras, serão examinadas no próximo capítulo.
 

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